Um novo capítulo no cenário político britânico trouxe de volta as polêmicas sobre financiamento partidário. O caso envolve Morgan McSweeney, atual chefe de gabinete do primeiro-ministro Keir Starmer, e o think tank Labour Together, acusado de falhas graves na declaração de doações.
🔎 O que aconteceu
- Entre 2017 e 2020, McSweeney foi diretor do Labour Together, grupo ligado ao Partido Trabalhista.
- Em 2021, a organização foi multada em £14.250 por não declarar corretamente centenas de milhares de libras em doações.
- Agora, e-mails vazados revelam que advogados ligados ao Labour sugeriram justificar as falhas como “erro administrativo”, o que gerou críticas da oposição.
⚖️ Investigação e controvérsia
- A Electoral Commission (órgão regulador das eleições) decidiu não reabrir a investigação, afirmando que já analisou as denúncias e não encontrou provas de novas infrações.
- O Partido Conservador, no entanto, pressiona para que o caso seja retomado, alegando que a campanha de Starmer em 2020 pode ter se beneficiado indiretamente dos recursos do think tank.
- O Labour rebateu, afirmando que o salário de McSweeney foi pago pela própria campanha de Starmer, sem ligação financeira direta com o Labour Together.
🏛 Impacto político
O escândalo chega em um momento delicado para o governo Starmer, que busca reforçar sua imagem de ética e transparência. Para os oposicionistas, o episódio evidencia possíveis brechas na legislação eleitoral britânica. Já aliados de McSweeney afirmam que o caso não passa de uma tentativa de desestabilizar o governo.
📌 Sugestão de chamada para capa:
➡️ “Escândalo de doações volta a assombrar governo Starmer e levanta debate sobre transparência no Reino Unido”
📌 Sugestão de imagem:
- Foto de Keir Starmer no Parlamento britânico ou imagem ilustrativa do Palácio de Westminster (Parlamento do Reino Unido).
